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início FIV

    É a AIDS felina, uma doença causada pelo Vírus da Imunodeficiência Felina (FIV), que é semelhante ao vírus da AIDS humana, porém é específico dos felinos.

     O principal modo de transmissão é a mordedura de gato infectado, menos freqüente é a transmissão materna via intra-uterina, colostro e saliva. O grupo de risco inclui os gatos com acesso à rua ou de vida livre, principalmente machos adultos, e aqueles gatos que vivem ou que são procedentes de abrigos ou aglomerações de gatos, como por exemplo gatis.

     O animal ao ter contato com a doença pode não apresentar sintomas, muitas vezes nem é detectada, mas quando eles aparecem, consistem em febre, depressão, alterações gastrintestinais e aumento de linfonodos periféricos.

 
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O animal pode passar pela fase de sintomas e se tornar portador assintomático, livre de doença por 6 a 10 anos, mas continuam sendo transmissores.

     Nos estágios mais tardios, os sinais consistem de infecções oportunistas, doenças da cavidade oral, neoplasias, doenças oculares, doença renal inespecífica ou síndrome degenerativa crônica. Animais que não se curam ou que apresentam seguidamente doenças comuns de fácil cura, provavelmente são FIV positivos.

   

     O "amigdepatas" felino deve ser testado com exames feitos por veterinários, e caso seja positivo deve passar por consultas periódicas a cada 4 a 6 meses para detecção precoce de alterações.

     Para prolongar a vida dos gatos infectados, este deve ser mantido isolado de outros gatos para evitar a exposição a doenças secundárias e a transmissão do vírus, evitar as situações de estresse, receber dieta de boa qualidade e manter o protocolo de vacinação em dia (com vacina de vírus inativado).

     Não existe vacina, estas ainda estão em fase de estudo, e nem cura para a FIV, mas isto não impede de o animal ter uma vida longa.